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Author Archives: rochaana

Aqui fica a apresentação do Projecto do grupo 8:

Andreia Moreira
Joana Gonçalves
(Ana) Mafalda Rocha
Tânia Dias
Miguel Cardoso

Este projecto, de nome ainda provisório, trata-se de uma performance interactiva que será filmada e colocada numa plataforma online.

A performance irá realizar-se em três locais diferentes que têm em comum o grande monumento à água de Lisboa: o Aqueduto das Águas Livres. Toda a ideia do projecto desenvolveu-se a partir do aqueduto e de relembrar a importância que este teve para Lisboa.

Decidimos assim tentar trazer, de alguma maneira, a água de volta para o Aqueduto através da projecção de performances da técnica Ebru (Arte Turca de Marmorização) que se baseia na criação de pinturas na própria superfície da água. Esta experiência plástica pouco conhecida será partilhada com o público, podendo este a experimentar e criar as suas próprias pinturas na água e ver a sua criação projectada no aqueduto e mais tarde online.

Aqui fica um vídeo a demonstrar a nossa primeira experiencia com a técnica Ebru:

E aqui fica um link do prezi a referenciar os meios de divulgação online que estamos a explorar para colocar as performances.

http://prezi.com/qgnfavvzibn8/divulgacao-do-projecto/

 

Maioria das pessoas não sabe mas o movimento de água em alta velocidade pelos joelhos pode facilmente atirar um ser humano ao chão.
A água, geralmente pensada como algo calmante e essencial à vida, pode ser surpreendentemente pesada e destrutiva. ” Even though it’s a fluid, it operates like a solid hammer.”
Um elemento que tem o poder de criação e preservação da vida também tem o poder de acabar com vida se for provocada. Se atirarmos com uma pedra a um pequeno e calmo lago, irão surgir consequentemente uma serie de círculos na superfície da água como resposta à disturbação do seu equilíbrio.
Existem muitos factores que podem provocar essa resposta na água, mas este projecto foca-se nas provocados pelo ser humano e o seu desequilíbrio com a Natureza.
O Projecto baseia-se na criação de um vídeo que irá caracterizar esta dança de “ataque e resposta” entre o Homem e a água, mas não de um modo fielmente ilustrativo. Os ataques puderam não ser entendidos como ataques e as respostas puderam não ser interpretadas como uma resposta violenta, pelo menos não numa primeira e básica interpretação.
Referências:
http://www.nytimes.com/2011/03/13/weekinreview/13water.html?_r=1
http://www.noaa.gov/features/protecting/waterpower.html
http://www.learnerscience.com/documents/destructivepowerofwater.html
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